Edições Toró, Sarau Elo da Corrente e CSMB convidam para o curso:
"Literatura de Cordel: Artimanhas, Finuras e Espessuras dos Romances e Folhetos"
Sábados - de 02.07 a 30.07 - sempre das 12h30 às 15h30
Na Biblioteca Brito Broca: Av. Mutinga, 1425 - Pirituba
clique na imagem para mais detalhes |
Gratuito para 40 participantes com distribuição de certificados e apostilas ao final do curso
Inscrições no sítio www.edicoestoro.net ou na Biblioteca Brito Broca até 28.julho.2011
Baixe aqui a lista de matriculados
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02.07 | “Cordel como Sistema Literário: Contextos de Escrita, Edição, Leitura e Crítica”,
com Allan da Rosa (Historiador e Estorinhador, Angoleiro e Pedagogo)
09.07 | “Natureza e Imaginário no Cordel”, com Marcos Ferreira dos Santos
(Músico, Arte/Educador e Professor da Faculdade de Educação da USP)
16.07 | “Marias e Clarices no Raio da Silibrina: produção e representações femininas do (no) Cordel”, com Claudia Rejanne (Poeta e Professora da URCA - Universidade Regional do Cariri/Ceará)
23.07 | “Gravuras, Paisagens e Movimentos da Palavra”, com Billy Malachias (Mestre em Geografia Humana, Pesquisador do NEINB/USP e Consultor do MEC)
30.07 | “Africanias e Iconografias do Cordel”, com Maria Antonieta Antonacci
(Professora de História da África da PUC/SP e Coordenadora do CECAFRO - Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora da PUC/SP)
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Articulação Pedagógica: Allan da Rosa e Michel Yakini
Concepção e Diagramação de Cartaz e Apostila: Mateus Subverso
Realização: Edições Toró, Sarau Elo da Corrente e Coordenadoria de Bibliotecas da Secretaria Municipal de Cultura de SP - SMC
Agradecimentos: À comunidade que chega ou oferece atenção.
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Quantos labirintos existem nas veredas da história da literatura de cordel? O que se afina na história das xilogravuras que ganham autonomia e hoje vogam em seus álbuns de imagem sem palavras? Como a escrita casada com voz de recital garimpou e frutificou mitologias nordestinas e encontros de migrações? Como na beirada da literatura oficial se consolidou e se transformou o estilo versado de rimar em romances? O que traz de sofisticado em sua letra doce e espinhosa? Há grandeza? Há mediocridade? Há pequenez?
O que voga na teia de produção de textos, de leitura, de identidade enraizada sertaneja ou galopada nas capitais nordestinas, nos subúrbios do sudeste, nas livrarias e beiradas do norte amazônico?
Quais desenhos dão sotaque se alinham nas tipografias do cordel? O que de resistência de matriz afro permanece e anuncia num universo que anda é absolutamente considerado apenas por suas vigorosas fontes ibéricas? Como as mulheres vem escrevendo e sendo escritas no mundo do ABC, das sextilhas?
Vamos estudar estilo, contexto, política, imaginário?




